terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Quando digo teu nome

Às vezes a palavra não cabe,

mesmo que seja ela amor.

Imagina o amor na palavra.

Se procurar algum sentido for,

encontrará no lugar teu nome.


Teu nome é suspiro de leveza,

um sorriso que inunda o ser.

E nem precisa ser grande,

do jeitinho que tu sabes fazer,

transforma a face em estande.


Há quem diga que és estranha,

eu diria que és singular, única.

Uma tempestade que desenha,

que pinta o sete com alegria,

que de tanto mostrar contagia.


Se abrir o horizonte do vento,

vais ouvir o som do teu nome.

Vais entrar no poema sedento,

sem pedir licença à fome,

como se já habitasse o lugar.


Tu és tempestade no mar,

tu és calmaria ao abraçar.

Tu és o amor sem a palavra,

tu és para onde o amor iria

E lá ele diria o seu nome.


Por isso quando me falta

A palavra para expressar

E dizer o quanto te amo,

basta que eu diga: Lívia.

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