Às vezes a palavra não cabe,
mesmo que seja ela amor.
Imagina o amor na palavra.
Se procurar algum sentido for,
encontrará no lugar teu nome.
Teu nome é suspiro de leveza,
um sorriso que inunda o ser.
E nem precisa ser grande,
do jeitinho que tu sabes fazer,
transforma a face em estande.
Há quem diga que és estranha,
eu diria que és singular, única.
Uma tempestade que desenha,
que pinta o sete com alegria,
que de tanto mostrar contagia.
Se abrir o horizonte do vento,
vais ouvir o som do teu nome.
Vais entrar no poema sedento,
sem pedir licença à fome,
como se já habitasse o lugar.
Tu és tempestade no mar,
tu és calmaria ao abraçar.
Tu és o amor sem a palavra,
tu és para onde o amor iria
E lá ele diria o seu nome.
Por isso quando me falta
A palavra para expressar
E dizer o quanto te amo,
basta que eu diga: Lívia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário